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Para nós, os 3 melhores bairros de Lisboa – Nomad Real Estate – Medium

Após uma pesquisa com mais afinco sobre o tema percebemos que existem muitos artigos dos melhores sítios para se morar, outros dos mais baratos e por aí fora. No entanto considerámos importante dar a nossa perspectiva imobiliária, indo ao encontro da melhor relação preço/qualidade. Pelo que, destacamos 3 bairros de Lisboa: Alvalade, Restelo e Beato.

Restelo

Outrora conhecido como a encosta da Ajuda, o Bairro do Restelo continua a ser, para nós, dos melhores locais para se viver.
 A Norte do Mosteiro dos Jerónimos até Monsanto, sofreu muitas intervenções urbanas ao longo dos anos. Destaca-se por entre o nome icónico de Belém, cada vez mais com motivos turísticos, centraliza a própria zona e refugia de certa forma os moradores da maior agitação junto ao rio.
 Reflecte totalmente a designação de cultura bairrista, no sentido em que aproxima a vizinhança que, além de se sentir segura, desfruta de um sossego familiar.
 Divide-se assim das zonas com mais afluência, mantendo a proximidade e a cedência ao morador de também se integrar onde há maior movimento e aproveitar os pontos turísticos fortes. 
 Nada como uma pequena distância entre lazer e descanso, sempre muito próximos mas é como se nunca se chegassem realmente a tocar. São tangentes mas complementam-se com classe e excelência. 
 O que antes seria um local de desembarque de navegadores, caracteriza-se agora pelo desembarque de novos projectos, novas ideias, com excelente prospecção futura sem perder a essência bem vincada e, aparentemente, intemporal. 
 É quase legítimo que se diga que se respira melhor embora se trate, na mesma, de um bairro Lisboeta.
 Verifica-se uma mistura saudável de apartamentos e vivendas, à escolha do freguês. Com muitas soluções de transporte, possibilita viagens de variadíssimas formas para qualquer ponto da cidade e sem grandes confissões. 
 Sendo, portanto, uma encosta possibilita uma luxuosa vista sobre o tejo sem recorrer a miradouros ou a grandes inclinações. 
 Alberga importantes patrimónios nacionais, tendo como exemplo: o Mosteiro dos Jerónimos, o Padrão dos Descobrimentos, a Torre de Belém e, claro, o pastel de Belém. 
 Com a especulação imobiliária já são raras as zonas perto do centro de Lisboa que não tenham escalado preços de rendas ou de compra de imóveis. Ainda assim, analisando os preços médios actuais, as vantagens enquanto bairro, os acessos, a diversidade de classes, as proximidades de referência, os destaques nos campos do lazer e da gastronomia, concluímos que é, e continuará a ser, dos melhores bairros para se fixar na capital.

Beato

Entre o luxo e a rusticidade, o Beato nem sempre foi visto com os melhores olhos. A par de Marvila, foram referências enquanto zonas industriais e fumarentas.
 Hoje é, para nós, a extremidade oposta ao Restelo. O seu crescendo é resultante do investimento evidente nos pólos da restauração. 
 Continua a prezar por ser uma zona minimamente pacata, muito embora colada ao rio. Estabelece um ponto médio inconfundível entre o centro e a zona mais visivelmente abastada do Parque das Nações. 
 Este meio-termo, promove-lhe a facilidade de transportes, a proximidade com os pontos dinâmicos e de interesse da cidade e, incrivelmente, foge um pouco à regra dos preçários altos típicos de zonas mais exclusivas. 
 Suspeita-se assim, que sofra cada vez mais uma procura incessante pela relação qualidade/preço. Compradores e investidores concentram lá alguma merecida atenção. 
 É uma complexa miscigenação de sociedade com vertentes fortes de comércio, de gastronomia e, consequentemente, de habitação. 
 O ícone patrimonial do Convento do Beato reagrupa as características de onde se insere, onde alberga variados eventos e concentra a intenção de dinamizar a urbanidade circundante. 
 São tantos os reabilitados e os ainda por descobrir, palacetes e quintas que reflectem uma riqueza patrimonial por reaproveitar e desenvolver. 
 Será esta uma nova Graça, a nova Mouraria sem o custo pedonal típico das colinas Lisboetas? 
 Existe inclinação para o interior mas, efectivamente, não chateia muito.
 Fala-se na palavra “Trendy” para adjectivar este bairro. Nós por cá não temos dúvidas.
 Fiquem atentos.
 Já diz a “Lisboa Secreta”, o Beato de beato não tem nada.

Alvalade

Poucos o sabem, mas acomoda um fervilhar de novidades. 
 É fácil a associação a uma zona cara. Acontece que não é uma perspectiva rigorosa.
 Sendo que não é, de todo, das zonas com preços médios mais elevados.
 Certo é dizer que as vias principais costumam ser mais lotadas em hora de ponta mas sem nunca incomodar os seus residentes o bastante. A quem nada falta, a quem nada se distancia em demasia.
 É caso para dizer, que todos os caminhos vão dar a Alvalade. 
 Por entre um roteiro imenso de restaurantes e “asteriscos” de destaque, mantém a sua identidade e exuberância de ruas e pracetas, na sua maioria calmas e aliadas a intervenções de elementos vegetativos.
 A média de idades entre os residentes é talvez das mais variadas. 
 Referência enquanto posto para criação de negócio, contempla-se a raridade de se ver um pouco de tudo.
 Encaixa na perfeição na qualidade de representante de bairro Português, com uma pitada de rejuvenescência. 
 Fortuitos os moradores (conscientes disso) que não precisam de recorrer aos locais mais, supostamente, “Trendys” para terem novidades à sua mercê. Em adição, carece de inclinações exageradas possibilitando assim, um apelo mais fácil ao passeio. 
 Moderno por tradição, detém uma urbanização um pouco mais recente em competição, facilmente ganha, perante as zonas mais icónicas, caras e antigas de Lisboa.
 Com uma traçada elementar e concisa, corresponde aos parâmetros exigidos no que conta a logística e estruturação. 
 Paragem obrigatória, é daqueles locais merecedores de mais atenção por parte dos Lisboetas que, muito honestamente, não sabem o que perdem ao fugir um pouco da moda.
 Familiaridade é, sem dúvida, a palavra de ordem. 
 Não lhe faltará nada, nem a si nem aos seus.
 É de aproveitar Alvalade, enquanto os alvarás não se verificam demasiado dispendiosos.

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